quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Justiça
Então trocamos. A partir de semana que vem passo a gastar 40 minutos de tube, pouco mais de uma hora de viagem todos os dias.
Meu lado "Polyana" me diz "Ok, você vai ter um bom tempo para ler muito no trem".
domingo, 9 de novembro de 2008
Outono
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Update
Morar onde moramos está sendo delicioso. A região é super agradável, com acesso fácil ao centro, e do lado da minha escola. Uma delícia poder vir em casa entre uma aula e outra, como fiz ontem.
Terça feira tiramos o dia off, só para nós dois. Fomos para o rio Tamisa, na Tate Modern e no Teatro assistir To Be Straight With YOu, do grupo DV8, que é incrível!
Uma grande amiga chega no próximo final de semana e estréia as visitas que podem e devem vir ficar na nossa casinha.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
GALO
Outro dia, um sábado de manhã, estava indo trabalhar e a Julieta ligou a TV e para nossa surpresa estava passando um compacto do jogo Flamengo 0 x Atlético Mineiro 3, num programa chamado Goalissimo. Foi divertido..
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Internet Broadband
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Coisas que Londres me trouxe
- Ser meu proprio salao de beleza
- Ser vegetariana (citando Rita Lee, "nao como nada que corra de mim!")
-Comer andando
- Sempre escolher entre eat in ou take away
- tomar cha e chocolate quente bemm quente
-usar sobreposi;oes
-tomar chuva sem me importar (muito) e sem guarda chuva
- ir a parques
-ir a museus e galerias de arte
-comer curry
-comer falafel
-comer muffin de blueberry
-cuidar de uma casa
-fazer almo;o todos os dias
-admirar e adorar os dias de sol e ceu azul e mais ainda os de calor
-ser menos preconceituosa
-ler, escrever e falar em ingles.
sábado, 11 de outubro de 2008
Casa Nova
Mudamos para uma bela e espaçosa casa em Leyton Leste de Londres. Estamos sem internet ate o fim do mes. Por isso o blog vai andar devagar.
Leonardo OCunha
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Continuando
Nisso o vizinho falou algo em português, do Brasil, e eu disse, Tudo brasileiro aqui. O vizinho comentou, nem precisa falar inglês mais. E despediu-se saindo. Assinei (num palmtop) e agradeci.
Tudo se fecha, Julieta viu no metrô este rapaz, que é o marido da Sasha (conferimos no facebook). O curioso é como brasileiros se reconhecem. Estou lendo muita coisa sobre cultura e a dificuldade de se definir tal conceito. Raymond Williams disse que Cultura nunca é totalmente consciente. Talvez seja esta parte não-consciente da cultura que reconhecemos, ainda que não a identifiquemos ou a distinguamos.
domingo, 28 de setembro de 2008
breve continuação
Agora tenho um celular rosa de borboletas e um rosa só rosa mesmo. Disseram-me que várias pessoas hoje em dia tem dois celulares, então se você que nos lê se enquadra nesse perfil ( para mim insano) me explique como posso tornar a situação dos telefones rosas absolutamente útil!
São lindos os dois...
Outro dia conversei com uma amiga, pelo msn, eu em Londres ela em Belo Horizonte. De repente ela me escreveu " estou no trânsito, aqui está chuvendo muito". Ao piscar tal mensagem na tela do meu computador me deu uma sensação estranha. Detesto reflexões sobre novas mídias, puro complexo de quem cursou Jornalismo, mas adoro reflexão sobre o homem (complexo de atriz).
Pausa.
O que foi isso?? Como assim no trânsito...
Pausa.
O Leo deve continuar a história dele (nossa), esse foi só um parêntese
sábado, 27 de setembro de 2008
Historinhas
1. Julieta outro dia voltou para casa e contou uma história:
-Sentou na minha frente no metrô um menino...
-Menino? Quantos anos?
-Da nossa idade.
-Ah tá.
-Ele tava com uma mochila com bandeira da Inglaterra, mas posso jurar que ele era brasileiro. Quando desci em Kilburn ele também desceu. Depois não o vi mais. Peguei o ônibus e desci no ponto que gosto. Chegando aqui em casa cruzo com o mesmo menino e ele entra aqui.
-Aqui em casa?
-É. Comprimentamos dizendo hello.
-Ele subiu as escadas?
-Subiu.
2. Sasha a russa que estudava comigo, falei dela algumas vezes no blog, um dia comentou que estava se mudando. Perguntou dica. Passei para ela o telefone do Arshad, nosso landlord.
Mais tarde Arshad comentou que My friend estava vindo ver o flat 4 e que eu lhe abrisse a porta. Custei a saber que friend era este. Até que ele disse Alexandra, i.e. Sasha. Visitamos neste dia o flat 4 onde estava morando um casal de luso-angolanos.
No fim das contas ela se mudou aqui para a casa. No começo ela pentelhava um pouco, pedindo os favores e tal. Ela passou a dividir a internet com os portugueses do lado, fazendo o custo diminuir para todos. Depois ela sumiu de vez. E só a vi quando entramos no táxi rumo ao aeroporto. Desde que voltamos não a vi.
3. No Brasil estávamos usando o celular da Julieta com um chip da Oi. Um dia peguei um ônibus e esqueci o telefone no banco, ele caiu do meu bolso. Corri atrás do ônibus, mas já não achei nada. Diferente do que aconteceu uma vez em Londres, quando o telefone que caiu do meu bolso foi entregue pela motorista na garagem de ônibus, onde pude normalmente recuperá-lo.
Então terminamos comprando um celular novo para Julieta. E meu pai teve de ir na Oi recuperar o número do chip perdido. A Tim onde compramos o novo motorolla prometeu que o aparelho seria desbloqueado e poderia ser usado na Inglaterra. Mas durante a Lua de mel tentamos usar o chip Oi nele e, surpresa, aparelho bloqueado.
Muita aporrinhação e em fim a Tim ficou de mandar o código de desbloqueio para o celular da mãe da Julieta. Já em Londres tentamos usar tal código sem sucesso. Apelei e comprei online um aparelho baratinho na Orange, nossa operadora. (Outro celular rosa, desta vez com borboletas)
Continua...
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
A casinha
Como esse blog é feito por duas pessoas ele reserva algumas surpresas. Como este post que eu não sabia da existência, e vi agora. O Leo postou. Ele está trabalhando.
Só queria completar o que ele já disse. Na verdade concordar com ele. Como somos felizes nessa casinha. A gente precisa só de gentileza e carinho para ser feliz. O conforto se faz quentinho no aconchego do amor, em menos de 20 metros quadrados, onde a vontade de permanecer juntinhos (até coladinhos, tamanha a falta de espaço) é sempre maior que a necessidade de espaços grandes e estratégicos para se afastar.
Amo essa casa. E mais ainda porque ela é feita com o que carregamos para qualquer canto do mundo, em qualquer metro quadrado.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Casa, um ano depois
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Em Londres
Pegamos um taxi que ficou caríssimo. Chegamos em casa, e depois de uma bela faxina ela ficou bonitinha como nunca, ganhando novos detalhes decorativos (fotos em breve).
Sábado já trabalhamos no Comedy Carnival e a Julieta foi treinada para assumir o cargo de manager. Domingo trabalhei num dia moroso na academia, e à noitinha o irmão do Landlord, passou aqui e abriu a casa do vizinho para finalmente reativar a internet.
Hoje vamos passear...
Leonardo